ele seria, como está na foto, logo abaixo do Guilhermão.
seriam construídas áreas de passeio para chegar até ele.

a área de convivência seria um local para os alunos passarem um tempo, colocarem exposições de trabalhos...para conviver ehhe
Reunião Projeto do RU

Boa noite, unespianos.

Vou tentar fazer um resumo do que aconteceu hoje na reunião.
Por volta das 14:30, na Sala dos Órgãos Colegiados, eu Diego(Dacel) , Kpta(Capsi), Cainã(Dacel), Pastor(Cacoff) , Capô(Dafae) e Derci(Arquitetura) , entramos na sala onde se deu a reunião. O Diretor do Campus, Prof. Luiz Henrique Monteiro, havia convocado apenas um representante por Diretório Acadêmico. Em teoria, deveriam haver apenas 2 representantes discentes, já que o DADICA(Diretó rio da FAAC) está sem gestão.
Entramos na sala e quando a reunião foi iniciada, dissemos que os alunos presentes eram de entidades estudantis, e que pela quantidade de pessoas presentes na sala e dada a importância da presença de discentes, deveríamos ficar.

O diretor Henrique, juntamente com o diretor da FAAC - Roberto Deganutti - disseram que visitaram alguns RUs das Unesps, o da UFSCAR e também o da USP de São Carlos, pra conhecer os projetos e como funcionam as dinâmicas de funcionamento dos mesmos, para dar um parâmetro do que seria necessário ao campus de Bauru e atendesse a nossa demanda.

Sem muitos problemas, assim se deu. A arquiteta que apresentou os projetos é uma ex-aluna de Arquitetura do nosso próprio campus, e ressaltou desde o início que conhecia a antiga demanda do Restaurante Universitário aqui e que se sentia honrada em estar apresentando o projeto.
O local da construção do RU será atrás do Guilhermão, entre este e os prédios dos laboratórios da FAAC.
Foram apresentados 3 projetos. O primeiro foi o que mais agradou a grande maioria dos presentes. Será um prédio de dimensões grandes, com um salão amplo onde serão servidas as refeições.
O RU terá a capacidade de servir cerca de 4000 refeições/dia, sendo que 2500 no almoço e 1500 na janta. O restaurante não terá subsídio. O preço que se pretende cobrar pela refeição é de R$3,00.
O projeto contará com um prédio anexo, onde deverão ser construídos locais para convivência estudantil, além de agências bancárias, sala para exposição de trabalhos, lan-house, livraria e até uma academia.

Bom, não preciso ressaltar que esses últimos itens foram os que deram mais polêmica. Reinteramos que deve haver um local para convivência dos estudantes, para apresentações culturais, onde os alunos, funcionários e estudantes possam conviver, permanecer no local, e não como foi apresentado, um local para se gastar depois do almoço.
Enfim, não se precipitem. Esse projeto não é conclusivo. Algumas sugestões foram apresentadas e ele deve sofrer alterações. Os próprios "burocratas" não concordaram em plenitude com esse prédio anexo, da forma como foi apresentado. Essas questões podem ser discutidas pela comunidade acadêmica. Convenhamos: como todas as faculdades do campus possuem laboratórios didáticos de computação, não precisamos de lan-house. Academia? Isso aqui não é novelinha das 5 da Rede Globo! O espaço é público e não deve ser destinado para fins mercantilistas.

Ficamos presentes na reunião até por volta das 16:45, quando fomos gentilmente convidados a nos retirar. O prof. Henrique disse que precisava conversar detalhes técnicos entre os membros do GAC, e como ele estava sendo democrático até aquele momento, pediu para que saissemos. Insistimos em permanecer mas ele reiterou que não poderíamos permanecer ali, ou ele daria a reunião por encerrada.
O que eles conversariam ali que não podíamos ouvir? Fica a pergunta...

A BATALHA NÃO ESTÁ GANHA!
Nem perto disso. Para que o RU comece a ser construído no ano que vem, este projeto precisa estar pronto até meados de agosto, não muito depois disso. Estando pronto, há toda uma burocracia legal a ser cumprida, como aberttura de Edital para as empresas interessadas se apresentem e etc. E aí sim, o projeto será incluído na peça orçamentária de 2010, e então o Reitor Herman colocará (como já firmado compromisso em reunião com os alunos da Unesp Bauru) o projeto como prioridade de construção.
Ou seja, se o projeto ficar pronto, ele "solta a grana".
Ah, só pra constar. O valor da construção está estimado em cerca de 2 milhões de reais, mais 1 milhão de reais para a aquisição dos equipamentos.

O que os estudantes devem fazer agora?
Cobrar para que este projeto saia logo!!!! Não vamos mais uma vez acreditar na burocracia, como aconteceu com a moradia no ano passado quando achávamos que a batalha estava ganha. Precisamos estar vigilantes, e acompanhar todo o processo a partir de agora. Queremos os prazos! Queremos discutir junto com a direção o que de fato será a convivência do RU. Temos que opinar e colocar aquilo que nos interessa, afinal, não somos nós os maiores interessados e beneficiados com o Restaurante Universitário? ??
Se alguém lembrar de algo, comenta aí que eu completo.
O Derci, estudante do 4º ano de arquitetura, que estava presente na reunião, fará um texto complementar a este com alguns dados mais técnicos, e não menos importantes, sobre o projeto.

Pretendemos conseguir uma cópia do projeto apresentado para que possamos levá-lo aos alunos e interá-los do mesmo.

Até breve.
Temos aqui alguns argumentos que defendem e outros que são contras à UNIVESP (Universidade Virtual do Estado de São Paulo). Leiam e comecem a formar suas opiniões.

A Univesp é um bom caminho para ampliar o acesso ao ensino superior no país?

SIM


O papel da universidade
GIL DA COSTA MARQUES

A UNIVERSIDADE tem duas funções primordiais. A primeira é expandir as fronteiras do conhecimento e, assim, enriquecer a cultura científica e tecnológica do país. A mais importante, no entanto, é promover a formação de recursos humanos qualificados, os quais são elementos-chave no fomento do desenvolvimento econômico e social.
Para melhor cumprir sua função social, as universidades públicas devem buscar alternativas, além do ensino presencial, visando à ampliação da oferta de cursos novos. Isso levaria à formação de mais indivíduos qualificados para alavancar o desenvolvimento da sociedade que as sustenta.
Por isso, vemos como positivas as iniciativas das universidades estaduais paulistas de investir no ensino à distância. A universidade é o espaço da criatividade, da pesquisa e da inovação. Espera-se dela que investigue e analise novas ideias e experiências de natureza educacional. Assim, urge encontrar mecanismos institucionais visando à incorporação das novas tecnologias tanto no apoio ao ensino presencial quanto na ampliação de cursos de extensão e de graduação.
Há uma demanda crescente pelo ensino de qualidade. Há, por outro lado, no modelo atual de ensino, uma limitação de recursos materiais e humanos que impede o atendimento cabal dessas demandas. Com a evolução das ferramentas voltadas para o ensino, a modalidade à distância se torna uma alternativa viável para atender boa parte da demanda reprimida.
Portanto, a questão do uso das novas tecnologias não é se devemos utilizá-las para ampliar a oferta de cursos, mas como fazê-lo e em que ritmo.
O uso das novas tecnologias no ensino pode representar uma mudança de paradigma. Trata-se de uma forma de democratização do ensino e uma alternativa de inclusão social para aqueles que, por conta da sua condição social ou localização geográfica, não têm acesso ao ensino presencial.
Pode a universidade pública furtar-se à pesquisa, à disseminação e ao uso de um instrumento tão promissor?
Podemos oferecer cursos à distância sem que se perca a comprovada qualidade do ensino presencial?
Temos pouca experiência nessa modalidade, mas chamamos a atenção para um caso concreto. Tendo em vista a necessidade de formação de professores, a UFRJ oferece cursos à distância. O relatório de avaliação do curso de física indica que o desempenho dos alunos e a taxa de evasão são os mesmos dos cursos presenciais. A experiência da UFRJ demonstra que uma universidade de prestígio pode praticar ensino à distância mantendo o mesmo nível do ensino presencial.
O senso de responsabilidade exigido de USP, Unesp e Unicamp impõe, por outro lado, muita cautela para que não se comprometa a qualidade do ensino. Ademais, ninguém, ao que se saiba, defende a substituição ou a redução do ensino presencial.
As duas propostas em discussão na USP, por exemplo, visam tão-só à ampliação da oferta de cursos. Elas foram formuladas por 32 docentes de vasta experiência e devem ser (ou foram) analisadas em seis instâncias diferentes na universidade. Uma vez que temos um longo percurso pela frente e estamos apenas aprendendo a ensinar utilizando essas novas tecnologias, essa cautela é justificável. Novos cursos e modelos educacionais, além dos já sugeridos, devem ser analisados no futuro.
Por que deveríamos, nesse momento, ampliar a oferta de cursos? Uma nova perspectiva se abre quando analisamos o problema do ensino de ciências e matemática no Brasil.
É sabido que avaliações recentes colocam o ensino dessas matérias no país entre os piores do mundo. Um dos entraves ao ensino de ciências é a qualificação dos docentes. Assim, acreditamos que a USP deve oferecer, num primeiro momento, cursos de extensão e cursos de licenciatura à distância nos diversos ramos das ciências e pedagogia.
Com isso, estaria atendendo a uma demanda de claro interesse social.
A questão central é se essas universidades querem lançar mão do ensino à distância para resgatar uma enorme dívida social. Estão sendo instadas a resolver um problema cuja solução está a seu alcance. Cabe a elas contribuir, de forma significativa, para a melhoria do ensino no Brasil.
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GIL DA COSTA MARQUES, 63, é professor titular do Instituto de Física da USP, coordenador de Tecnologia da Informação da USP e membro do conselho da Univesp.


A Univesp é um bom caminho para ampliar o acesso ao ensino superior no país?

NÃO


Univesp é arremedo de ensino superior
CÉSAR AUGUSTO MINTO

NO BRASIL , é comum atribuir relação intrínseca e biunívoca entre ensino à distância (EàD) e tecnologias de informação e comunicação (TIC), modernas ou não.
Ledo engano, pois tais tecnologias não caracterizam nem sequer são exclusivas do EàD. A incorporação das TIC no ensino presencial, por sinal, é modesta, entre outros motivos, porque faltam às instituições de ensino recursos para prover a infraestrutura necessária.
Por outro lado, a prática do EàD no país apresenta características negativas: 1) cursos modulares, aligeirados; 2) reduzida carga de ensino presencial, nem sempre conduzida por professores (substituídos por monitores e tutores); 3) fragmentação do processo de ensino: planejamento, elaboração, acompanhamento e avaliação realizados por pessoas distintas; e 4) precarização do trabalho dos docentes, monitores e tutores, todos submetidos a contratos temporários. Educadores e pesquisadores têm estudado o tema. Experiências que também se valeram em parte do EàD (como as licenciaturas parceladas no MT e o projeto Gavião no PA) auguram alguns indicadores positivos.
Mas ainda não dispomos de um conjunto fundamentado de saberes sobre o assunto que justifique a adoção plena do EàD. Contudo, instituições e pessoas distorcem os esforços citados para defender o seu uso indiscriminado, a começar pela formação de professores e em larga escala. Os defensores incondicionais do EàD têm agido rapidamente, tanto no plano nacional (criação da Universidade Aberta do Brasil) como em SP, onde criaram o programa Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp). Discutiremos aqui duas de suas alegações: 1) EàD e Univesp democratizam o acesso ao ensino superior (ES) e 2) suprem a falta de professores de algumas disciplinas.
Grande contingente de pessoas não tem acesso ao ES presencial, supostamente por questões sociais ou geográficas; assim, a adoção do EàD seria uma iniciativa democratizadora. Porém, muitos desses excluídos residem em municípios onde há ES público, presencial e de qualidade, mas sem vagas em número suficiente.
Ora, se há jovens alijados do ensino superior por razões sociais ou econômicas, os instrumentos a usar são outros: cursos noturnos, bolsas de estudo, moradia estudantil etc. Quanto às regiões desprovidas de ES, o Plano Estadual de Educação-Proposta da Sociedade Paulista (parado na Assembleia Legislativa) resolveria tal problema por meio da expansão das instituições públicas presenciais.
Do ponto de vista educacional, o EàD poderá trazer inúmeras limitações para os estudantes, desde ausência de programas de iniciação científica a dificuldades de acesso a boas bibliotecas e a laboratórios bem equipados. E serão privados da indispensável interação entre os estudantes, destes com os professores e de uns e outros com os objetos de conhecimento, em prejuízo da aprendizagem.
Vários países adotam EàD para contemplar pessoas que não podem ser atendidas presencialmente: impossibilitados de locomoção, prisioneiros, militares engajados em regiões de fronteira etc. Por que não se faz isso no Brasil? Por que se busca impor o EàD em substituição ao ensino presencial regular?
Todas as redes públicas de ensino, incluindo a paulista, sofrem com a falta de docentes, em especial de física, matemática, química e biologia. Mais do que a insuficiência de professores formados, porém, prevalece a precariedade das condições de trabalho e salário nessas redes, ignorada por sucessivos governos.
Há um contingente subutilizado de docentes que estão atuando em outras áreas por ausência de condições na rede pública paulista. Curiosamente, um dos cursos que darão início à Univesp, com 5.000 vagas, é o de pedagogia, área na qual não faltam profissionais!
Por que comprometer perigosamente a formação de professores nas próximas gerações? Por que oferecer apenas e tão-somente o EàD àqueles que, por razões socioeconômicas e, sobretudo, pelo sucateamento da rede pública, não estão tendo a oportunidade de frequentar o ensino superior público presencial?

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CÉSAR AUGUSTO MINTO, 59, é professor na Faculdade de Educação da USP e vice-presidente da Adusp (Associação dos Docentes da USP).
Aqui vai o boletim do Caco que rolou na última terça-feira. Mal a demora!

Hoje aconteceu na sala 78 o Minicurso sobre Reforma Ortográfica com o professor Jean Cristtus Portela.
40 estudantes dividiam a sala para se atualizarem sobre as mudanças na nossa língua aprovadas por lei.
Além do sucesso do curso, os estudantes de Comunicação Social estavam mais uma vez integrados, proposta do CACOFF desde o princípio, ao lado dos de Psicologia que também compunham a sala.
O CACOFF está aberto a novas sugestões para minicursos, cursos de extensão, entre outras idéias, para atender e representar os estudantes, em especial os de Comunicação Social, sempre a favor da qualidade da educação pública.
Paralisação -
Adesão à greve é parcial entre docentes e total entre funcionários da universidade, que reivindicam reajuste de 10%




Ainda sem uma definição sobre a adesão ou não à greve, que é total entre servidores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), os professores da instituição anunciam uma paralisação nas atividades na segunda-feira, quando a categoria se reúne em assembléia para decidir possível engajamento ao movimento, já realizada por alguns docentes nos câmpus de Marília e Assis.

Assim como os servidores da universidade, que estão em greve desde o mês passado, os professores poderão cruzar os braços caso a reivindicação, em meio a uma abrangente pauta de pendências, de reajuste de 6,05% referente a perdas decorrentes de inflação, não seja atendida pela Reitoria.

Os docentes também requerem reajuste de 10% em outras perdas salariais apontadas pela categoria, que ainda reivindicam o acréscimo de R$ 200,00 fixos nas rendas mensais.

Além de questões salariais, os professores ainda protestam, num coro liderado pelo Fórum das Seis (grupo colegiado que abrange sindicatos de professores e de funcionários das três maiores universidades públicasdo Estado de São Paulo), contra a permanência da Polícia Militar (PM) no câmpus paulistano da Universidade de São Paulo (USP), em decorrência de confronto entre estudantes e policiais. O confronto ocorreu na semana passada, durante manifestação, quando um aluno ficou ferido e dois funcionários foram detidos. A PM está na faculdade há quase 15 dias.

“Isso é um retrocesso. Temos condições de dialogar sem pressão ou ameaça”, opina o professor Gilberto Magalhães, do câmpus de Bauru da Unesp. Integrante da Comissão de Mobilização, grupo criado durante assembléia realizada ontem pelos docentes locais com a finalidade de divulgar e incentivar a adesão da categoria pela paralisação de segunda-feira, ele também cita como motivos de protesto a demissão ilegal, segundo a categoria, de um funcionário sindicalista da USP, ocorrida ano passado. “Um representante sindical não pode ser impedido de exercer sua atividade”, contesta.

Ontem à tarde, alunos do câmpus de Bauru realizaram assembléia que discutiu a atitude de servidores e docentes e respectivo apoio ou não à greve. “Claro que os alunos têm a sua própria pauta de reivindicações. Mas, em princípio, a luta de todos é em defesa da universidade pública”, opina o professor Magalhães, que diz acreditar em ações conjuntas entre as classes.

Sobre a possibilidade de uma greve a partir de segunda-feira, os representantes da categoria afirmam ser precoce qualquer afirmação antes da assembléia da semana que vem.

“O que é certo é que segunda-feira, inclusive em Bauru, as aulas estarão paralisadas”, sintetiza o professor Milton Vieira do Prado Júnior, vice-presidente regional da Associação Nacional dos Docentes de Ensino Superior (Andes). Ele também cita, entre as reivindicações da categoria, a contratação de mais professores, além do protesto contra a expansão de programas de ensino a distância nas universidades públicas estaduais.

Luiz Beltramin
Minicurso sobre Reforma Ortográfica
Com a reforma ortográfica, é importante que os futuros profissionais, principalmente da área de comunicação, se adaptem às novas regras para a escrita. Pensando nisso, o CACOFF está promovendo um mini-curso para esclarecer e estudar tais mudanças. Segue os dados do evento:

Minicurso sobre reforma ortográfica
Ministrado pelo professor Jean Cristtus Portela
Data: 18/06 (Quinta-feira)
Horário: 15h às 18h
Local: Salas 70 (UNESP - Bauru)
Preço: 1kg de alimento não-perecível

As inscrições devem ser feitas na sala do CACOFF (no prédio dos diretórios acadêmicos, próximo à sala da Atlética) nos dias 16 e 17 de junho em qualquer horário e dia 18 pela manhã.

Vale lembrar que as vagas são limitadas e aqueles que se matricularem terão direito à certificado e apostila.
Caso as vagas acabem, será feita uma lista de espera para possível remarcação do curso.

Dúvidas, sugestões e outros, mande email para o CACOFF: cacoffunesp@gmail.com