PROEX aprova 106 projetos da FAAC* 

Após longa espera, o mês de abril começa com a divulgação dos projetos aprovados e a FAAC é a terceira em número de projetos aceitos 

Mariana Caires**

Foto: Divulgação
Quem contava com o recebimento de bolsas da Pró Reitoria de Extensão Universitária nesse mês de março, não se animou com a notícia de que ainda não havia saído a aprovação para nenhum projeto cadastrado na PROEX.
Em maio de 2012, o Sistema de Extensão Universitária foi atualizado, sendo implantando um Banco de Dados para credenciamento e avaliação dos projetos. Até ser aprovado pela Comissão de Avaliação da Pró-reitoria de Extensão Universitária (PROEX), um projeto de extensão passa por várias etapas. Primeiro, ele deve ser cadastrado pelo Docente-Coordenador no Sistema online da PROEX. Então, será submetido ao Departamento a que corresponde, onde um Relator dará seu parecer local sobre o projeto, que consta de comentários e pontuações seguindo os critérios definidos pela Pro-reitoria.

A próxima e última etapa é a avaliação pelo Comitê de Especialistas, com representantes de todas as unidades da Unesp convocados pela reitoria. Essa comissão se reúne para a última análise dos projetos e envia as decisões para a PROEX, que divulga os resultados para o público. 

Os resultados de apoio aos projetos chegaram ao vice-diretor da FAAC, Marcelo Carbone, no dia 4 de abril, após todo o processo acima descrito.
A Profª Drª Roseane Andrello, vice-chefe do Departamento de Comunicação Social da FAAC, foi parecerista no Comitê de Especialistas deste ano. Nos dias 14 e 15 de março, ela se reuniu no prédio da Reitoria com outros membros do Comitê para analisar e discutir os projetos, então foram dados os pareceres finais sobre sua possibilidade de aprovação com bolsa. 

E agora, o que mudou? 
Este ano, a Unesp destinou aos Projetos de Extensão a mesma verba que foi dada no ano passado. Mas como houve aumento no valor individual das bolsas, sua quantidade em geral diminuiu. 

Foto: Divulgação
Segundo o documento divulgado pela Reitoria, 1485 projetos foram aprovados na Unesp em 2013. A Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC) foi a terceira Instituição com mais projetos aprovados. Foram 106 no total, sendo a maioria (63) no campo da Comunicação. Ainda tratando do Câmpus de Bauru, 82 projetos de extensão da Faculdade de Ciências (FC) e 26 da Faculdade de Engenharia foram contemplados com verba. Há projetos que não receberam bolsa, mas continuam existindo, pois receberam do Comitê uma aprovação por mérito.

Os critérios de avaliação de projetos de extensão universitária estão publicados no portal da Unesp. Os valores de bolsas variam de acordo com a pontuação que o projeto recebe durante a avaliação. “No Comitê tínhamos a missão de, respeitando as análises anteriores e os critérios de avaliação determinados pela Reitoria, realizar uma última observação tendo em vista critérios como a relevância social, a atuação dos alunos e dos professores responsáveis e a integração entre ensino e pesquisa para enfim selecionar quais receberiam o aceite para bolsas de estudos em diferentes valores.” Explica Roseane. Segundo ela, durante o encontro do Comitê de Excelência, “foi discutida a possibilidade de alteração dos critérios do edital, uma delas, com a pretensão de levar em conta a quantidade de projetos por tutor na hora da avaliação”, contou a professora. “É grande a probabilidade de que um professor que coordena e se dedica a diferentes projetos de extensão não consiga realizar suas funções como pesquisador e docente”.
O Comitê se reunirá novamente para repensar no edital de seleção dos projetos do ano que vem, mas a data ainda não foi definida. Quanto às bolsas desse ano, a Pro-Reitora ainda não divulgou quando a verba chega e se será pago o retroativo aos projetos.

*Título Original
** Mariana Caires é estudante do terceiro termo de Jornalismo e produziu esta matéria para o jornal laboratorial EXTRA, na data de 8 de abril de 2013. A publicação é uma contribuição em comum acordo com a autora.

Comentário do CACOFF:
Este é um post de esclarecimento sobre a aprovação de bolsas de projeto de extensão destinadas à FAAC em 2013. Com ele pretendemos destacar a diminuição do número de projetos aprovados, com relação aos anos anteriores (~120) e o atraso das bolsas, corrente também no campus de Bauru.
A Extensão Universitária baseia-se no trabalho coletivo e visa a cidadania 

Amanda Fonseca* 

“Qual o retorno que a universidade dá à sociedade?”. Essa é a questão levantada por Marcelo Carbone Carneiro, vice-diretor da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC) da UNESP Bauru, na tentativa de definir o que seria um projeto de extensão. Para o Prof. Carbone, é difícil conceituar com precisão absoluta, mas é necessário que o conhecimento gerado se relacione com o meio social. 

A Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) elenca 11 “áreas temáticas” que norteiam a definição de uma atividade de extensão. As áreas são as de cultura, direitos humanos, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia, trabalho, ciências agrárias e veterinárias, espaços construídos e política e economia. 

No Guia de Extensão Universitária, um dos objetivos apresentados é o de promover a democratização da cultura científica, artística e humanística, viabilizando uma relação transformadora entre universidade e sociedade. Além disso, entende-se que a extensão universitária tem o papel de discutir e criar novas metodologias e tecnologias, articulando ensino e pesquisa e intervindo na solução de situações-problema apresentadas por setores da cidade. 

Um dos projetos que está bem contextualizado no sentido de tentar solucionar problemas da população é o “Jornal Ferradura”. A publicação que é bimestral existe há 6 anos e é feita somente por estudantes de Jornalismo da UNESP Bauru. Seu foco principal é o de tentar integrar o Ferradura Mirim, um bairro bauruense de periferia, ao restante da cidade. Mayara Alves Reis, uma das atuais editoras do jornal, garante que os resultados aparecem, como por exemplo a implementação de asfalto nas ruas principais do bairro, que antes eram de terra, permitindo que os ônibus circulem por lá. Outro projeto com objetivo semelhante é o “Voz do Nicéia”, que busca chamar atenção para os problemas do bairro Jardim do Nicéia, também na cidade de Bauru.

*Amanda Fonseca é estudante do terceiro termo de jornalismo diurno e fez este texto para o jornal laboratorial EXTRA em 8 de abril de 2013. Este post foi uma colaboração em comum acordo com a aluna.


Comentário do CACOFF:
Apesar de alguns projetos de extensão cumprirem sua função social, a grande maioria ainda não atinge a comunidade externa à universidade. Mais do que isso,  vários projetos de extensão da FAAC vem pra suprimir necessidades prático-teóricas que as antigas grades curriculares não conseguiam dar conta. Dessa forma, os projetos de extensão perderam sua principal finalidade e tornaram-se endógenos, restritos ao campus. Tornaram-se assim projetos laboratoriais, com pouco caráter social ou sem vínculo com pesquisas acadêmicas, como deveriam ser, segundo previsto por editais do MEC, Ministério da Educação e Cultura.

No último dia 30 de abril, uma Assembleia Geral dos alunos da Unesp Bauru foi realizada e contou com a presença de mais de 250 estudantes, algo inédito para as últimas décadas do movimento estudantil do
campus. Nela, um dos principais pontos debatidos foi a paralisação dos estudantes, a ser realizada no dia 7 de maio de 2013.

A data carrega em si um cunho simbólico, já que o Campus da Unesp de Presidente Prudente também vai paralisar neste dia e a pró-reitora de extensão universitária, Profa. Dra. Mariângela Spotti Lopes Fujita estará em Bauru para a realização do III Fórum de Extensão Universitária promovido pela instituição.

Entre os pontos de pauta discutidos na reunião geral, está a adoção do sistema de cotas PIMESP, aprovado pelo Conselho Universitário da Unesp no dia 25 de abril em reunião ordinária. Durante votação na Assembleia, os estudantes se mostraram contrários ao programa, por contraste visual de votos.

Outro motivo que levou os alunos a adotarem a paralisação como via de protesto, foi o atraso e a diminuição do número de bolsas de extensão oferecidos pela PROEX, Pró-Reitoria de Extensão da Unesp. Além destas questões que afetam outros campus da universidade, há questionamentos específicos sobre o campus de Bauru, como é o caso da Moradia Estudantil e do Restaurante Universitário, casos emblemáticos para a comunidade unespiana de Bauru.

Votação pela paralisação. Vitória por contraste visual. Crédito: DAFAE

A Moradia e o RU são reivindicações antigas e chegam ao campus com mais de 20 anos de atraso. Sobre a moradia, após vários problemas com editais e distribuição de móveis e fiação elétrica, 27 alunos pleitaram vagas no conjunto. Uma outra reclamação da comunidade acadêmica é o número de refeições que serão oferecidas pelo Restaurante Universitário quando o seu funcionamento tiver início. Em reunião aberta da Congregação dos órgãos colegiados, durante a campanha eleitoral do atual reitor, Julio Cezar Durigan, falou-se em 400 refeições diárias para atender um campus que comporta mais de 5 mil alunos.

Ontem, minutos antes da Assembleia Geral, os estudantes receberam, via email da Assessoria de Comunicação Interna (ACI), um comunicado do Prof. Dr. Jair Manfrinato, responsável pelo Grupo de Administração Geral do Campus. No documento, o grupo buscava dar alguns esclarecimentos sobre o PIMESP, a Moradia Estudantil, o Restaurante Universitário e a Paridade de Votos dentro das universidades públicas, assuntos que foram amplamente divulgados como pautas a ser debatidas no último dia 30.

A paralisação foi aprovada por contraste visual e vai acontecer no dia 7 de maio. Entidades como o CACOFF, DADiCA (Diretório Di Calvanti – FAAC), DAFAE (Diretório Acadêmico da Faculdade de Engenharia – FEB) e DACEL (Diretório Acadêmico de Ciências César Lattes – FC), estiveram presentes e apoiaram a causa estudantil.

Haverá uma reunião organizativa, aberta, no dia 2 de maio em frente à Biblioteca, a partir das 17h. Lá serão discutidas formatos e atividades político-culturais a ser desenvolvidas durante a paralisação, além da composição dos Grupos de Discussão (GD’s) e formas de ocupação do Bosque. Está prevista também uma assembleia para o dia 6 de maio, um dia antes da paralisação para discutir os últimos detalhes.

Confirme presença no Facebook, e principalmente, no campus!!! Juntos, podemos construir uma universidade mais democrática, justa e consciente.

CACOFF - Centro Acadêmico de Comunicação Florestan Fernandes
Chapa Abraçaço 2013/2014
No dia 12 de abril terminou o período de inscrição de chapas para o Centro Acadêmico de Comunicação Social "Florestan Fernandes" (CACOFF) e apenas 1 chapa se inscreveu. A chapa é formada por 9 membros e este e-mail tem o intuito de divulgar o Plano de Gestão da chapa, que deverá ter o mandato de um ano, se eleita.

Plano de Gestão – Chapa “Abraçaço”
Buscando fomentar a criação de um ambiente crítico, democrático e cultural, a chapa “Abraçaço”, apresenta aos alunos representados pelo Centro Acadêmico de Comunicação Social “Florestan Fernandes” os principais objetivos de sua gestão.

  • Reaproximação dos alunos dos cursos de Comunicação Social.
  • Fomentar debates políticos e culturais de interesse acadêmico interno e externo à Universidade. Como por exemplo, políticas de inclusão social, ações afirmativas na Unesp, democratização nacional da comunicação, Marco Regulatório na internet, Direitos Humanos, etc.
  • Criação e apoio à criação autônoma de atividades político-culturais por meio de intervenções artísticas e grupos de discussão (GDs).
  • Ocupação do espaço público da Universidade e da cidade, por meio da realização de GDs, rodas de conversa, rodas de samba, Café com Caco, Reunião de Avaliação de Curso (RACs) e muito mais.
  • Compromisso com a representação discente dentro dos Conselhos de Curso e Departamento, realização de avaliações semestrais dos professores e elaboração de relatórios a ser entregues nos departamentos e diretoria da FAAC.

Candidatos da chapa "Abraçaço"

A chapa é composta por 9 membros, sendo três deles representantes do curso de Jornalismo, três de Rádio e TV e três de Relações Públicas.

As eleições serão realizadas entre os dias 22 e 24 de abril e a apuração e contagem dos votos está prevista para o dia 26 de abril.

Qualquer dúvida, informação, sugestão e/ou vontade de contribuir, o CACOFF está à disposição.
As reuniões acontecem às terças-feiras, 17h30 e nas sextas, ao meio dia.

Temos também email, página, perfil no Facebook e o Blog do Caco, além de existir a possibilidade de contatar os membros do Centro Acadêmico pessoalmente.
POR QUE VOCÊ DEVE IR?

Como Centro Acadêmico, o CACOFF é responsável por representar 
O Caco está contando com você!
os alunos de Comunicação Social diante das instâncias da Universidade, nos Conselhos de Curso e Departamento da Unesp. No entanto, o estatuto que regulamenta a atuação do CACOFF é um pouco antigo (de 1997) e julgamos ser necessário atualizá-lo. Afinal, naquela época ainda se falava em curso de Comunicação Social e não em Jornalismo, Relações Públicas ou Radialismo: Rádio e TV.

Ou seja, fica claro que algumas mudanças são necessárias ao longo do tempo e para aprová-las, debatê-las e julgá-las, nada mais justo do que convidar todos os alunos interessados e representados pelo Centro Acadêmico.


As principais mudanças com relação ao antigo estatuto são:

- Variação do número de membros da Chapa
Atualmente são requeridos exatamente 15 alunos para compor o Conselho Deliberativo (chapa), sendo 5 de cada curso. Para assegurar e proporcionar a continuidade do Centro Acadêmico nos próximos anos, as mudanças propostas dizem respeito à adoção de um número mínimo de 9 alunos e máximo de 15 estudantes.

- Mudança na composição dos membros da Comissão Eleitoral das Chapas
Atualmente a Comissão Eleitoral é composta por 1 membro da chapa vigente e outros três membros das chapas concorrentes. A mudança se dá no sentido de assegurar a legitimidade das eleições, adotando uma Comissão Eleitoral composta por: 1 membro da chapa em curso, 1 membro do Diretório Acadêmico Di Cavalcanti (DADICA) e 1 membro de uma entidade estudantil não pertencente à FAAC, mas existente na Unesp Bauru.

Outras propostas serão apresentadas durante a Assembleia.

Compareça, leve seus amigos e suas dúvidas!

A mudança de estatuto é de interesse de todos, faça parte da construção de um órgão de representação que busca a realização dos direitos estudantis!

Confirme presença no Facebook!

QUANDO? 25/03/13
ONDE? Central de Salas
QUE HORAS? 17h30

Nós do Centro Acadêmico de Comunicação “Florestan Fernandes”, o CACOFF, da Unesp Bauru apoiamos o posicionamento dos jornalistas da Revista Caros Amigos ao iniciar uma greve por melhores condições de trabalho no último dia 8 de março.

Ao reivindicar melhores salários, registro em carteira de trabalho, 13º salário e principalmente a não demissão de 50% do quadro de funcionários da Redação, os integrantes da Revista pedem condições mínimas para o exercício da profissão. Estas exigências vinham sendo anunciadas e conversadas há tempos com a direção da editora, mas não obtiveram respostas dialógicas. Em razão disso, na segunda-feira 11 de março, foi anunciada a demissão sumária de todos os membros da Redação da Caros Amigos, sob a justificativa de “quebra de confiança” nos profissionais envolvidos na paralisação.

Como veículo contra-hegemônico de referência no Brasil, entendemos que a produção, qualidade e credibilidade da revista se dá principalmente por seus princípios editoriais já consolidados. No entanto, o episódio traz à tona algumas incoerências no que diz respeito à linha editorial da publicação e as relações comerciais estabelecidas entre empregado e empregador.

As questões levantadas pelos jornalistas dizem respeito às condições de trabalho do profissional da comunicação e mais do que isso, reacendem o debate sobre a construção democrática de pautas, matérias e notícias nos veículos de comunicação do Brasil, em especial naqueles de cunho esquerdista e pautado pelos movimentos sociais. O caso também chamou atenção para o uso da greve como direito constitucional usado para reivindicação trabalhista a fim de incitar o diálogo com o empregador, haja vista que outras formas de comunicação tenham fracassado. A demissão coletiva só contribui para deixar cada vez mais clara as condições precárias e os direitos negados aos profissionais envolvidos no caso.

Como representantes dos alunos de Comunicação Social da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, o CACOFF repudia a demissão sumária dos profissionais da Redação da Revista Caros Amigos e se coloca ao lado dos profissionais que lutam por melhores condições de trabalho, liberdade de organização e diálogo numa das principais revistas do país.

Mais informações em:
Brasil de Fato: Revista Caros Amigos demite equipe de redação em greve



O Centro Acadêmico de Comunicação Social “Florestan Fernandes” (CACOFF) da Unesp Bauru, vem através desta nota manifestar seu apoio a ação do Coletivo de Mulheres do CAASO contra o trote “Miss Bixete” na USP São Carlos.

Assim como o coletivo, entendemos a existência deste tipo de “brincadeira”, como é defendido por seus organizadores, como uma atitude claramente machista e abusiva. Ao expor as calouras a um “desfile de beleza” para os seus veteranos, os organizadores estão contribuindo para a perpetuação de valores machistas, superficiais e autoritários entre o quadro de alunos da universidade. No desfile as calouras são expostas a comentários pejorativos diante de uma grande plateia que, direcionando sua atenção apenas aos aspectos físicos das estudantes, as enxergam como pedaços de carne disponíveis para consumo. Esse tratamento, além de submeter as alunas ao constrangimento e ao julgamento alheio, pode ser interpretado como mais uma atitude capaz de perpetuar a compreensão da mulher como objeto de satisfação do desejo masculino.

Sendo a universidade um espaço de desenvolvimento de valores de cidadania e diversidade, este tipo de “brincadeira” não deveria ser tolerada ou praticada por qualquer membro da instituição. A represália sofrida pelo grupo feminista no último dia 26 de fevereiro, que contou com manifestações de alunos veteranos que tiraram a roupa, simularam relações sexuais com bonecas infláveis e divulgaram cartazes com dizeres ofensivos só vem a comprovar o caráter machista do “Miss Bixete”.

Em espaços públicos de ensino, a preocupação deve ir além de questões puramente acadêmicas, universidade e alunos devem estar atentos à construção de uma sociedade mais justa, igualitária e plural. Sendo assim, o CACOFF está ao lado do Coletivo de Mulheres da CAASO e Federal contra atitudes machistas como o “Miss Bixete”, e aguarda os resultados dos processos administrativos que serão abertos pela Universidade de São Paulo contra os alunos organizadores do evento.