O Centro Acadêmico de Comunicação Florestan Fernandes (CACOFF) da UNESP de Bauru vem através desta nota manifestar seu apoio aos alunos da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), que estão em atualmente greve. Os universitários protestam contra o ato unilateral e antidemocrático, do Conselho Superior da Fundação de São Paulo, que nomeou como reitora a candidata menos votada na lista triplíce.
A decisão do presidente Dom Odilo Scherer passa por cima de um processo eleitoral, construído em conjunto por todas as categorias que forma a universidade. A comunidade "pucciana" optou pela reeleição do professor Dirceu de Mello, e não a vitória de Anna Cintra, e deve ter a sua vontade respeitada.
A democracia não pode ser tornar um jogo de faz de conta. Não podemos ficar inertes quando atitudes de caráter autoritário são tomadas. Devemos caminhar para o fortalecimento de processos políticos participativos e efetivos. A PUC-SP, que é uma das poucas universidades que garantem a paridade nas eleições deve avançar e não retroceder nesse campo.
Como bem disse o professor de Direito da USP e o juiz de Direito do Trabalho, Jorge Luiz Souto Maior:
"O fato é que por meio da atuação política, que é essência da democracia, pode-se questionar, a qualquer instante, a validade constitucional da regra, pondo em relevo a sua função antidemocrática. A regra que permite a um grão-chanceler, governador ou presidente nomear qualquer um dos integrantes de uma lista, não respeitando a ordem da votação, é antidemocrática, gerando o grave efeito de que o “nomeado” não se vê comprometido com a democracia, ou seja, com a vontade da maioria dos eleitores, tendendo a retro-alimentar a lógica do clientelismo e do desenvolvimento das atribuições do poder no contexto das relações pessoais."
 O CACOFF está ao lado dos alunos da PUC-SP e apoia não só sua iniciativa, como a de funcionários e professores que possam também protestar visando o comprometimento do Conselho com a vontade da maioria, além da igualdade de poder de voto nas eleições acadêmicas.


Centro Acadêmico de Comunicação Florestan Fernandes
UNESP/Bauru

Depois de 23 anos de espera, reivindicações e luta pela construção da Moradia Estudantil, as inscrições para o conjunto finalmente estão abertas. Calouros e veteranos podem concorrer à 32 vagas existentes nos blocos. O número é ínfimo se comparado com a quantidade de alunos que a unidade recebe, mas a liberação do primeiro bloco de apartamentos é um passo adiante na discussão sobre a permanência estudantil no campus.

Foto: Alan Schneider/G1 TV Tem Bauru
Entre os dias 12/11/2012 e 22/03/2013, as inscrições para ocupar a Moradia Estudantil estarão abertas. As inscrições poderão ser feitas no site da Seção Técnica de Apoio, Ensino e Extensão da FAAC O site da STAEPE é   http://www.faac.unesp.br/#1,253

Para fazer a inscrição, o aluno deve ir até a seção “Auxílio Moradia” e preencher a Ficha de Inscrição e o Formulário disponíveis no site. O preenchimento deve ser feito pelo computador e os documentos impressos entregues na sala do STAEPE/FAAC.

O primeiro bloco da Moradia Estudantil conta com 16 quartos espalhados por quatro apartamentos com cozinha e área de convivência. Todos os cômodos são mobiliados e os critérios de seleção dos alunos devem levar em consideração a situação socioeconômica dos candidatos e seu perfil acadêmico ao longo do curso.

Em caso de dúvidas, o estudante pode ligar para o STAEPE no número (14) 3103-6142.











Fontes: 
STAEPE/FAAC
Jcnet.com
G1.com.br

No último post do Blog do Caco, anunciamos que haveria um encontro dos Sem Terrinha (crianças que integram o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) em Iaras no próximo dia 27 de outubro. No entanto, por conta de algumas dificuldades, o evento não poderá ser realizado nesse dia. A próxima data ainda precisa ser definida, mas provavelmente vai acontecer no dia 10/11 ou 17/11, ainda em Avaré, no mesmo ponto anunciado anteriormente. 

Mas as arrecadações continuam!  Entre os itens de maior necessidade do MST estão óleo, açúcar, temperos (alho, cebola, sal) e carne. As doações podem ser feitas na sala do CACOFF durante os horários de permanência e também entregues aos integrantes do Levante Popular da Juventude em Bauru (Leandro Manffré e Camila Sousa).

Foto: Divulgação/MST
Horários de Permanência na sala do CACOFF:
Segunda a sexta: 12h às 14h
Segunda a sexta: 17h30 às 19h30

Contatos Levante Popular da Juventude:


No próximo sábado, dia 27 de outubro, as crianças que integram o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MST vão se encontrar na cidade de Iaras, próxima a Avaré.

O encontro lúdico vai acontecer na Escola Popular Rosa Luxemburgo, em área pertencente ao MST. As crianças vão brincar, ouvir e contar histórias, tudo com a ajuda e participação dos visitantes envolvidos ou interessados pelas atividades do MST. O Movimento também estará arrecadando alimentos durante o encontro, entre as maiores necessidades estão óleo, açúcar, temperos (alho, cebola, sal) e carne.
Foto: Divulgação/MST

Quem quiser colaborar de com alimentos, livros e brinquedos, pode deixá-los na sala do CACOFF, nos horários de permanência ou entregá-los para as pessoas que integram o Levante Popular da Juventude de Bauru.

Horários de Permanência na sala do CACOFF:
Segunda a sexta: 12h às 14h
Segunda a sexta: 17h30 às 19h30

Contatos Levante Popular da Juventude:



Após o depoimento das alunas Thais Almeida e Luana Rodrigues, e de João Eduardo Hidalgo que realizou o Boletim de Ocorrência e, consequentemente, o inquérito policial, o aluno Gabriel Maia Salgado prestou depoimento na última segunda-feira (01/10) no 1º Distrito Policial de Bauru (Núcleo Especial Criminal).


Este inquérito é mais uma iniciativa promovida por Hidalgo no sentido de responder, segundo seu entendimento, conforme se depreende das ações que ele propôs, ao fato de ter “sua honra objetiva e subjetiva ofendida, por meio de publicações difamatórias e injuriosas”.
Agora, prestados os depoimentos, o delegado deve encaminhar o inquérito para o promotor de justiça que deve se posicionar sobre a abertura de processo criminal ou não.


Busque mais informações sobre os processos, reflita e se posicione!

Com diálogo e por uma universidade pública de qualidade sempre!


Saiba mais sobre o processo do Hidalgo


Dentro da Unesp de Bauru, o professor João Eduardo Hidalgo entrou com um processo de apuração preliminar interno contra os estudantes Luana Rodriguez e Gabriel Maia Salgado. A ação foi feita devido a uma matéria no jornal laboratorial Extra sobre o movimento estudantil, a qual citava as reivindicações estudantis da faculdade no primeiro semestre de 2011. Gabriel Maia Salgado, participante do CACOFF de 2008 a 2012, foi uma das fontes (entrevistado) da matéria, mas em nenhum momento citou o nome de João Eduardo Hidalgo. Já o professor e chefe departamental, Jean Cristtus Portela, foi acusado de estar manipulando os estudantes como forma de perseguir o professor Hidalgo.

Enecos repudia atitude de professor da Unesp

No final do ano passado dois estudantes de Jornalismo da Unesp Bauru – um deles membro do centro acadêmico – foram informados que o recém admitido professor João Eduardo Hidalgo teria solicitado a abertura de processo interno por conta de seus posicionamentos políticos. Após mais de 200 alunos terem realizado abaixo-assinado reclamando melhorias para o curso de Jornalismo, o professor ameaçou alunos do centro acadêmico (acionando a entidade no Tribunal de Justiça em Maio deste ano) em tentativa clara de coibir as reflexões e possíveis críticas que proporciona.

A alegação de Hidalgo no processo de apuração preliminar – processo interno – é que os estudantes o teriam difamado durante manifestações em forma de paródia e que as manifestações teriam sido promovidas pelo Cacoff (Centro Acadêmico de Comunicação Florestan Fernandes) no início de 2011 para atingi-lo.

Já a ação judicial se refere a uma postagem do blog do Cacoff, no qual, segundo o mesmo, sendo “um professor acadêmico referência tanto nacional, como internacional”, teve “sua honra objetiva e subjetiva ofendida, por meio de publicações difamatórias e injuriosas”.

As manifestações, que contaram com a participação de mais de 200 alunos, tiveram o objetivo de explicitar as debilidades do curso de Jornalismo, numa luta por maior qualidade de formação. No caso específico de Hidalgo, elas questionavam seu método de avaliação.

Diante desses fatos, cabem duas perguntas: qual o motivo da tentativa de processo interno para recair sobre somente dois estudantes quando, na verdade, estavam envolvidos centenas deles? Por que, diante de uma manifestação legítima que buscava a melhoria do ensino, o professor não optou pelo diálogo? Mais ainda, por que não procurou compreender as reivindicações do corpo discente para juntos melhorarem todos a qualidade da universidade, sem recorrer a um Tribunal externo à universidade?

Para nós, da Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social (Enecos), fica claro que os/as estudantes foram escolhidos como bodes expiatórios numa tentativa de intimidar quaisquer mobilizações estudantis futuras. Além disso, a não opção pelo diálogo traz consigo também uma concepção autoritária de submissão a uma hierarquia sob critérios nada coerentes. Indo ainda mais além, ao acionar o Tribunal de Justiça, o professor atenta à autonomia da universidade de resolver, sozinha, seus problemas e disputas e internos.

A violência desses atos vai contra a possibilidade do diálogo pedagógico no seio do lugar da pedagogia por excelência: a universidade. O professor Hidalgo, assim, passa a ser agente de um crescente autoritarismo que tem se formado na sociedade e nas instituições de ensino brasileiras, em geral, e nas universidades de São Paulo em particular. Por encerrar qualquer possibilidade de diálogo, suas atitudes se inserem no mesmo modelo do reitor da USP ou do diretor do campus Guarulhos da Unifesp, para citar dois exemplos recentes, que convocaram a Polícia Militar para reprimir estudantes que reivindicavam uma melhor universidade para todos.

Sem espaço para debate, o conhecimento se fecha em si mesmo, esvaziando qualquer possibilidade de fortalecimento de alguma democracia – dentro ou fora da universidade.

A atitude de Hidalgo é emblemática. É por isso que a Enecos é contra as decisões desse professor e repudia veementemente suas ações. Apoiamos os estudantes que estão sendo criminalizados e suas demandas. Para saber mais informações sobre o processo de apuração interno, os interessados podem acessar o Blog do Cacoff (http://cacoffunesp.blogspot.com.br/).

-          PELA QUALIDADE DE FORMAÇÃO DO COMUNICADOR!
-          CONTRA OS ATENTADOS À AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA!
-          CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DO MOVIMENTO ESTUDANTIL!
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15 de setembro de 2012

Também assinam essa moção:
Centro Acadêmico Benevides Paixão (PUC-SP)
Centro Acadêmico Lupe Cotrim (USP)
DCE-Livre da USP Alexandre Vanucchi Leme



Fonte:




 
Ao Colegiado de Comunicação da Unesp Bauru

 
Após Assembleia realizada no dia 12 de setembro, o Centro Acadêmico de Comunicação da Universidade Estadual de Londrina – CACOM vem a público manifestar repudio frente às ações do professor João Eduardo Hidalgo contra alunos do curso de jornalismo da UNESP Bauru.
Nitidamente as ações do professor se dão contra atos legítimos dos alunos de questionamento em relação ao curso e suas aulas, de análise crítica quanto aos métodos pedagógicos e de avaliação utilizados pelo docente.
O CACOM acredita que esta é uma forma de reprimir os alunos e uma afronta à democracia dentro de uma
universidade pública, que deveria possibilitar e garantir o debate entre a comunidade universitária e direito de expressão daqueles que são diretamente afetados por ações de repressão deliberadas pela docência.


 
Londrina, PR, 12 de Setembro de 2012.

 
Centro Acadêmico de Comunicação da Universidade Estadual de Londrina