O Centro Acadêmico de Comunicação Florestan Fernandes (CACOFF) reabre as inscrições de Chapas para a gestão 2012.
As inscrições devem ser realizadas entre os dias 5 e 16 de março e os interessados devem mandar um email para: capsiunesp@gmail.com. As chapas devem conter 5 membros de cada um dos cursos de Comunicação Social da FAAC (Jornalismo, Rádio TV e Relações Públicas) e os únicos requisitos são que todos os membros estejam devidamente matriculados em seus cursos e tenham previsão de se formar, no mínimo, no final desse ano.
A semana do dia 19 a 24 de março será destinada à apresentação e campanha das chapas inscritas. As eleições serão realizadas entre os dias 26 e 31 de março, pelo Centro Acadêmico de Psicologia (CAPSI) e o resultado será divulgado no dia 9 de abril.
As informações completas sobre o calendário e regimento das eleições podem ser encontradas no Edital abaixo.
Participem!


Edital de 2ª Chamada para a Eleição do Centro Acadêmico de
Comunicação Florestan Fernandes (CACOFF)

A Comissão Eleitoral, autônoma, formada pelo Centro Acadêmico de Psicologia (CAPSI) da Universidade Estadual Paulista (UNESP) convoca novo período de inscrições de chapa e de eleições para a gestão 2012.
Considerando que a última eleição, realizada entre os dias 28 de Novembro e 02 de Dezembro de 2011, não obteve o número suficiente de votos válidos, a Comissão Eleitoral convoca novos períodos de inscrição, campanha e eleição da Chapa a ser eleita para o Centro Acadêmico de Comunicação Florestan Fernandes (CACOFF).

São requisitos para a inscrição e registros dos candidatos a membros do CACOFF:

a) Nome completo;

b) Número do Registro de Acadêmico (RA) na Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação;

c) Ser aluno matriculado de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, Rádio e TV ou Relações Públicas da UNESP/Bauru e ter previsão de formação até, no mínimo, dezembro de 2012.

d) Número do Registro Geral (RG).

É requisito para os votantes:

a) Ser aluno regularmente matriculado no curso de Jornalismo, Rádio e TV ou Relações Públicas da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação;

Prazos:

I – 2ª Chamada para Inscrições de chapas: 5 de Março até 16 de Março de 2012;
II – Campanha Eleitoral: 19 de Março até 24 de Março de 2012;
III – Eleição: 08:00 horas do dia 26 de Março até às 12:00 do dia 31 de Março de 2012;
IV – Apuração dos votos – 04 de Abril de 2012 - por representantes da Comissão Eleitoral, uma testemunha e representante(s) da(s) chapa(s) concorrente(s);
V – Publicação da Lista dos Eleitos: 09 de Abril de 2012;
VI – Posse dos eleitos – 10 de Abril de 2012.

Eleição:

As eleições para a chapa do Centro Acadêmico de Comunicação Florestan Fernandes (CACOFF), gestão 2012, serão realizadas através de cédulas a serem preenchidas pelos alunos devidamente matriculados nos cursos de Jornalismo, Rádio e TV ou Relações Públicas da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação, da UNESP/Bauru.

Bauru, São Paulo, 1 de Março de 2012 .




“Na Argentina, pratica-se um aborto a cada minuto. Aproximadamente 500.000 abortos frente a 700.000 nascimentos por ano. Um tráfico de 1 bilhão de pesos por ano. Médicos oficialmente contra a legalização. Mercado de adoção ilegal. Mulheres que pagam muito caro. Risco de sua própria vida: ao menos 3.000 delas tem morrido. Ira das feministas. Um projeto de lei, entretanto, frágil para a legalização do aborto seguro e gratuito. Uma igreja poderosa que se opõe, corrompendo o discurso da OMS (Organização Mundial de Saúde). Investigação”

O documentário é uma produção argentina do Colectivo Elza Torres que trata do aborto do ponto de vista social, mostrando a misoginia da igreja, dos médicos, de grupos de direita; além de trazer a fala de representantes que lutam pela mulher e pelos seus direitos, demonstrando que existe interesses muito mais sólidos que a fé da igreja e a ética médica por trás da proibição do aborto.

A exibição do filme que acontece no dia 8, quinta-feira, às 20 horas na USP, faz parte da programação do DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES, realizada pelo Centro Acadêmico XVII de Maio e com o apoio do Coletivo Movimenta Bauru.

“ABORTO CLANDESTINO: CRUCIFICAÇÃO DEMOCRÁTICA”
HORÁRIO: 20H
LOCAL: USP (ENCONTRAR NA PRACINHA DA FONOAUDIOLOGIA)
DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES – 8 DE MARÇO



Programação completa:

Manhã: "Entre na USP consciente" - Distribuição do Manual da Calourada às novas alunas da USP - Bauru

12h: "Sou Mulheres" - Em frente ao Restaurante Universitário

18h: Grupo de Discussão: " Afinal, o que é violência sexista?" - Na pracinha da Fono

Saiba mais: 
http://www.facebook.com/events/283932845008137/?ref=ts
Nessa quinta feira, 1º de março, o Bosque da Unesp de Bauru sediará a segunda edição do Cacoffonia. O festival que tem como objetivo recepcionar os bixos terá em seu palco a presença das bandas Universo Elegante, Samanah e MegaZé. O Cacoffonia começa às 13h, confira a Programação Completa.

+ Samanah 




Formada em 2009, a bauruense Samanah surgiu com a proposta de agregar o principal estilo musical da banda, o reggae, aos mais variados sons e influências como funk, jazz e groove. O nome da banda em hindu significa “Encontro dos sábios”, e remete às composições autorais que transmitem a ideologia do grupo.


Em maio de 2011 participou do Festival Cultural 20 anos da Rádio Unesp. Samanah concorreu com outras 20 bandas da região e conseguiu o segundo lugar com a música “Fruto do Tempo”. No mesmo ano, a banda venceu o XIX Festival InterUnesp de MPB de Ilha Solteira com a mesma música, “Fruto do Tempo”.

Samanah é Thales Mendes (vocal e guitarra base), Arthur Romio (guitarra solo), Henrique dos Reis Moraes (teclados), Josluí Bulhões (contrabaixo) e Vinícius Pereira (bateria). Que pretendem lançar o primeiro EP da banda no mês de março com as canções “Pra Cre Ser”, “Olho vivo”, “Mariana Berenice” e “Fruto do Tempo”.

+ Universo Elegante 


Formada em 2011, a banda Universo Elegante apresenta um repertório autoral, com músicas que transitam por diversas vertentes da música alternativa. Pode-se identificar as influências do Pink Floyd da década de 1960 (e das outras bandas do cenário psicodélico da época), do gliter da década de 1970 e, principalmente, do pó-punk dos anos 1980.


Recentemente a banda participou da Seletivas Grito Rock '12 Bauru e foi uma das bandas escolhidas pelo público. O evento que contou com a apresentação de oito bandas, visava dar a chance de o público escolher por meio de votação quais bandas gostaria de ver no Grito Rock Bauru 2012.

Universo Elegante é Luís Paulo Domingues (Vocal), Thiago Rodrigues de Souza (Bateria), David Calleja (Baixo), Gustavo Richieri (Guitarra).

+ MegaZé 




Foi em Piratininga que em 2011 a banda MegaZé nasceu. Começou apresentando covers do rock dos anos 90 e de bandas da cena indie. Atualmente a banda tem trabalhado com cações próprias nos shows. Suas influências são Mute Math, Franz Ferdinand, Los Hermanos, Cachorro Grande, Muse, Strokes, The Killers, Maroon 5, Red Hot Chili Peppers e U2. Os MegaZé são Marcos Voigt (Guitarra), Elias Ramos (Baixo), Rapha Sousas (Vocal), Emerson Lins (Bateria), Thulio Assis (Teclado).




Para exibir seu curta no festival CACOFFONIA é só se inscrever pelo formulário abaixo até o dia 15/02, enviando o link do vídeo para o e-mail cacoffunesp@gmail.com com o seguinte texto no assunto "Inscrição de curta no Festival Cacoffonia - Nome do curta" ou entregando o dvd para algum dos membros do CACOFF.
Caso os curtas inscritos ultrapassem o limite de 1h de exibição será feita uma pré-seleção e entraremos em contato até o dia 25 informando quais serão exibidos.

Inscrevam-se!





Processo e acusação
O professor João Eduardo Hidalgo solicitou abertura de processo interno contra os alunos Gabriel Maia Salgado e Luana Rodriguez.
Segundo documento encaminhado à Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC), "[o professor] vem sendo vítima de expressões difamatórias e injuriosas quanto à sua personalidade, bem como quanto à sua atuação profissional, pelos requeridos Gabriel e Luana”.
No processo ainda, há a acusação do Professor e Chefe Departamental Jean Cristtus Portela, manipular os alunos como forma de persegui-lo.

O que veio antes?
O Centro Acadêmico de Comunicação Florestan Fernandes (CACOFF), do qual Gabriel faz parte, encaminhou solicitação dos alunos para que fosse realizado abaixo-assinado mostrando as perspectivas do corpo discente, frente às debilidades do curso.

A iniciativa surgiu após assembleia realizada com cerca de 80 alunos de Jornalismo da UNESP/Bauru (diurno e noturno). Para a divulgação da assembleia, o CACOFF parodiou problemas apontados pelos alunos em abaixo-assinados e reivindicações acreditando que este é um recurso consolidado e sério de manifestação e contestação social em regimes democráticos.

Jornal Extra
Após realização da assembleia, a aluna Luana Rodriguez e seu grupo fizeram o jornal laboratório Extra (da disciplina Jornalismo Impresso e coordenado pelo Prof. Dr. Ângelo Sottovia Aranha) sobre movimento estudantil.
Na matéria de Luana foram abordadas as reivindicaçõs estudantis do primeiro semestre de 2011. O nome do Professor Eduardo Hidalgo não foi citado pela aluna na matéria e não foi citado em entrevista e futura declaração por um de seus entrevistados, o aluno Gabriel Maia Salgado.

Abaixo-assinado
Em abaixo-assinado realizado após a assembleia e assinado por 211 alunos de Jornalismo, o Professor João Eduardo Hidalgo é citado com a seguinte frase “Questionamento sobre o método de avaliação do professor João Eduardo Hidalgo”.

Antes de mais nada, este trecho do abaixo-assinado questionou um método, teve o propósito de abrir o debate e fez uma pergunta que poderia ser encarada com naturalidade e respondida pelo Professor Eduardo Hidalgo que está no final de período probatório de contratação.

O que está por trás do processo?
O professor Hidalgo passou em concurso feito pelo Departamento de Ciências Humanas (DCHU) e, este semestre, é o prazo final de seu período probatório. Após o primeiro semestre de 2012, se aprovado, o professor fará parte efetivamente do corpo docente da Unesp/Bauru com Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa.
O processo contra os dois alunos é um ato claro de intimidação e preservação de status do professor que, desde que ingressou na universidade, é objeto de abaixo-assinados e contestação dos alunos em relação ao método de aula, avaliação e até mesmo assiduidade e frequência, registrados em reuniões do DCHU.

Ameaça
No dia 27 de Junho de 2011, quatro alunos estavam na sala do CACOFF quando receberam a visita do docente Eduardo Hidalgo (Departamento de Ciências Humanas - DCHU), acompanhado do docente Ricardo Nicola (Departamento de Comunicação Social - DCSO). Durante cerca de uma hora os quatro alunos, também integrantes da Chapa do CACOFF, foram intimidados quanto suas atitudes e tratados com falas irônicas e sarcásticas que culminaram na ameaça feita pelo professor Eduardo Hidalgo de entrar com um processo contra o Centro Acadêmico e seus representantes.
Com reação inesperada frente à contestação dos alunos e busca pelo diálogo em relação aos métodos de ensino, o CACOFF mandou carta para os Departamentos explicando o fato e indagando se estariam de acordo com atitudes como esta. Em resposta, o DCSO alegou não ter aparatos legais para se manifestar. Já o DCHU, divulgou ata de reunião departamental em que discutiu a questão, ponderou alguns aspectos principalmente no que se refere à postura do chefe departamental, mas, por fim, afirmou que  o processo deveria ser encaminhado à direção da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação.

O que você tem a ver com isso?
O processo é mais uma forma de intimação não contra os alunos Gabriel e Luana, em específico, mas contra o posicionamento reflexivo e crítico dos alunos em relação à sua formação e à universidade.
É uma tentativa de medida exemplar para que não haja posicionamentos e atitudes semelhantes de contestação e que possa acabar o período probatório do Professor João Eduardo Hidalgo sem que exista a possibilidade de questionamento sobre efetivar ou não sua contratação.
Já que foi aberto, o processo deve servir como motivação para que os alunos se posicionem cada vez mais em relação aos acontecimentos e à realidade da universidade. Que a própria FAAC, o Departamento e os alunos analisem se o Professor João Eduardo Hidalgo realmente deve fazer parte da instituição.
O Professor João Eduardo Hidalgo se posicionou de forma autoritária e a comunidade acadêmica deve, antes de mais nada, apurar as reivindicações referentes a seu trabalho e reavaliar a viabilidade de sua contratação.

Campanha reavaliem a contratação do Hidalgo
O CACOFF entende que a comunidade acadêmica deve buscar um ensino gratuito, de qualidade e para o maior número de pessoas possível. Nesta perspectiva, a contratação coerente de servidores, sejam eles docentes ou não, é de extrema importância para garantir processo criterioso de entrada na universidade pública.
A partir de gesto intolerante do professor e com base nas reclamações recorrentes através de abaixo-assinados, por exemplo, pedimos a não contratação do professor João Eduardo Hidalgo.
Entendemos que um professor da Unesp deve prezar pela responsabilidade com o serviço prestado, além do respeito, diálogo e, principalmente, postura ativa de quem se importa e quer que a instituição esteja cada vez melhor.
Esse é o momento de sermos criteriosos e de dizermos NÂO À CONTRATAÇÃO DO HIDALGO!
O CACOFF, Centro Acadêmico de Comunicação Florestan Fernandes, da UNESP de Bauru explicita nesta moção seu apoio aos estudantes em greve da USP. Entendemos a ação como legítima, uma vez que os mesmos decidiram em assembléia entrar em greve geral como reação às atitudes da Reitoria, que culminou na vergonhosa ação policial de reintegração do prédio. Também entendemos que os métodos utilizados na operação da PM, que prendeu mais de 70 estudantes, são inadequados, antidemocráticos e opressores. Solidarizamos-nos com o ocorrido e saldamos os alunos da ECA, da FAU, da FEA e da São Francisco que, dando continuidade à decisão da assembléia, votaram pela greve em suas unidades. Julgamos a forma arbitrária e autoritária com que a gestão do reitor Grandino Rodas tem administrado a USP como a principal responsável pela situação atual. As ações tomadas por Rodas condenam os alunos, funcionários e professores ao cerceamento do seu livre direito de expressão. Direito este, fundamental para a existência plena da democracia. Por este motivo, apoiamos integralmente as lutas pelo pleno exercício das atividades democráticas. Toda a comunidade uspiana, assim como toda a sociedade, tem direito a mais segurança. Entretanto, essa segurança não será obtida por meio da força e de métodos repressivos utilizados massivamente pela PM. Historicamente, os alunos apresentam sugestões simples como aumento do efetivo da guarda universitária, melhor iluminação e aumento dos circulares, mas não são ouvidos. Ao contrário, foram forçados a aceitar o tratamento violento e preconceituoso praticado pela PM. Assim como nossos colegas uspianos, o Movimento Estudantil da Unesp de Bauru, apresentou uma série de medidas ao Grupo Administrativo do Campus de Bauru que também não foram ouvidas. Porém, cremos que por meio da união, da mobilização e do esforço político, conseguiremos que nossa voz seja ouvida e finalmente daremos uma aula de democracia para nossos governantes!