Blog do Caco
Somos o CACOFF - Centro Acadêmico de Comunicação "Florestan Fernandes", da UNESP de BAURU, que representa os cursos de Jornalismo, Rádio e TV e Relações Públicas.
Amanhã é dia de passar o dia no parque, curtindo a natureza. É nesse clima que acontece o último dia do 2° Festival Canja em Bauru, neste domingo (12/6). Das 10h da manhã até as 22h, o parque Vitória Régia recebe diversas atrações: música, palestras, oficinas e teatro, tudo gratuito.
À partir das 15h, sete bandas se apresentam, respectivamente: Vitrola Vil (Marília), Mantis (Sorocaba), Sincopé (Curitiba), Pé de Macaco, Projeto “Encontra” (Bauru), Dom Black (Bauru) EMICIDA (São Paulo) e Seychelles (São Paulo).
A atração mais esperada é o paulistano EMICIDA. Sucesso de crítica e público, o artista é conhecido por improvisar rimas com facilidade. O rapper é um exemplo do trabalho colaborativo e independente na cena musical atual. Seu primeiro Cd-Mixtape vendeu 10 mil cópias, distribuídas de mão em mão.
Outro destaque é o “Projeto Encontra” protagonizado pela banda bauruense Pé de Macaco, que tem a participação de músicos, atores, além da bateria do Ouro Verde.
A proposta de integração das artes do Canja, continua com teatro. O grupo Embaixada de Marte representa a peça “Desterro”. A grafitagem e os b-boys, elementos do HIP HOP, destacam a dança e as artes plásticas no último dia de festival.
Quem encerra o festival é a banda paulistana Seychelles, rockeira, direta e letras cheiras de humor e ironias.
+Canja Verde
Várias atividades com foco ambiental estão programadas, as ações do “Canja Verde”. Às 10h, ocorre uma “bicicletada” e uma caminhada ecológica que irá percorrer um circuito de 3 Km para incentivar o uso dos meios de transportes não poluentes. No mesmo horário, Grupo FORFÉ ministra a Oficina “Criação Dramatúrgica”, no Centro de Convivência da USP.
No período da tarde, acontece uma oficina de grafite, Land Art e Instalações com Materiais Naturais, às 14h. Na mesma linha de sustentabilidade, a oficina de construção de Ecobags às 15h vai ensinar como fazer esse importante item na tentativa de diminuir o consumo de embalagens plásticas.
Do site www.festivalcanja.com

Do festivalcanja.com
O power trio cuiabano Macaco Bong inaugura a programação musical do Festival CANJA 2011, com um bate-papo e show, no SESC Bauru, dia 08 (quarta).
Bate-papo
Gestão de Carreira: Artista Igual Pedreiro
Ney Hugo, Ynaiã Benthroldo e Bruno Kayapy compartilham suas tecnologias, detalhes sobre a trajetória, explicando o processo de envolvimento com outros artistas, a interação com aspirantes a músicos, ou quaisquer outros interessados. O principal foco da conversa, entertanto, está no próprio conceito-título do álbum, no qual os integrantes do Macaco Bong criam um modo alternativo de trabalhar com música no atual cenário independente, garantindo assim a sustentabilidade dos músicos e da banda.
08, quarta, 20h30. Área de Convivência, grátis.
Show
http://www.youtube.com/watch?v=xeT6CT4xEY4
Macaco Bong
O power trio de Cuiabá (MT), nascido em 2004, é um dos programas do Circuito Fora do Eixo. Seu trabalho baseia-se na desconstrução dos arranjos convencionais da música popular aliado à linguagem do jazz, fusion e pop. Já circulou pelos principais festivais de música do Brasil, além de Argentina, Chile, Uruguai, Canadá e Espanha. O CD ‘Artista Igual Pedreiro’ foi eleito o melhor disco nacional de 2008 pela revista Rolling Stone Brasil. Em 2010, participou do espetáculo Futurível, ao lado de Gilbertor Gil, DJ Tudo, entre outros.
08, quarta, 21h. Área de Convivência, grátis.

A programação para 2011, em relação a edição anterior, cresceu de forma notável e agora ocorre em sete locais diferentes. “São mais de 20 shows, seis atrações teatrais, nove atividades entre oficinas e palestras, quase dez ações ecológicas do Canja Verde e uma tarde inteira de Hip Hop”, resume Artur Faleiros, um dos integrantes do Enxame Coletivo, realizador do festival CANJA.
“Sustentabilidade”, tema que norteia a programação, está relacionada à conceitos de produção colaborativa, economia solidária, consciência ambiental e novos modelos de gestão de carreira. “A própria característica de aglutinar vários grupos, agentes culturais e entidades, é uma aproximação estratégica pra potencializar o festival e trazer um retorno pra cidade”, explica Artur.
O CACOFF irá realizar uma pesquisa de opinião sustentável durante os cinco dias de Festival, além do espaço de comunicação interativa "Espaço Twitt" e do painel de comunicação sustentável a ser realizado no último dia da programação no Parque Vitória Régia.
Com parcerias importantes, como SESC, Secretaria Municipal de Cultura (SMC), Neurônio Produtora, Instituto Acesso Popular, Grupo AGR (Ação, Gestão e Responsabilidade) e atrações como Finlândia (ARG), Emicida, Macaco Bong e The Name, o evento espera mobilizar 2.000 pessoas.
+Cineclube, hip hop e meio-ambiente
Com o objetivo de inovar, a 2ª edição do CANJA, integra o projeto Cine Ouro Verde, com o filme “Os Trapalhões e os Saltibancos”, além de uma esquete circense para divertir o público presente.
Outra ação inédita é o Canja Hip Hop. Além de uma tarde dedicada exclusivamente à cultura, com grafite, música e break, dois artistas de peso para a linguagem do Hip Hop estão confirmados, Slim Rimografia (São Paulo) e Thigor Tyller, de Bauru.
Mantendo a linha ecológica da edição anterior, o projeto “Canja Verde”, gerido pelo Grupo AGR (Ação, Gestão e Responsabilidade), realiza atividades de coleta seletiva, captação de lixo eletrônico, compensação de crédito de carbono e oficinas e palestras ligadas ao desenvolvimento sustentável. Complementa o Canja Verde a Bicicletada e Caminhada ecológica, com o intuito de “incentivar o uso de outros meios de transporte alternativos, não poluentes. “Ambos tratam de atividades que vão reunir aqueles dispostos a chegar no evento pedalando e fazer um pequeno circuito de bike organizado, ou caminhando”, explica Mariah Lima, integrante do Grupo AGR.
+Conhecimento
Permeando o tema “Sustentabilidade e passando por quase todas as linguagens, o Festival CANJA oferece oficinas e palestras nas áreas de teatro, música, audiovisual, circo, meio-ambiente e dança. “Intensificamos a área do conhecimento para otimizar a formação das pessoas, do público e artistas, pensando também em aprofundar o tema do Canja”, finaliza Artur.
