
ele seria, como está na foto, logo abaixo do Guilhermão.
seriam construídas áreas de passeio para chegar até ele.
a área de convivência seria um local para os alunos passarem um tempo, colocarem exposições de trabalhos...para conviver ehhe

É NECESSÁRIO AJUSTAR A ORIENTAÇÃO POLÍTICA DA GREVE
Nós, estudantes da UNESP campus de Marília, estamos em greve e ocupados há mais de três semanas, em apoio aos trabalhadores da USP e por uma universidade pública, gratuita e de qualidade para todos. Nossa preocupação central tem sido dialogar a nossa pauta com a população, mostrando como nós lutamos por uma universidade para todos com qualidade, minando a possibilidade da mídia atacar-nos com argumentos como “são uns elitistas, contra o acesso dos pobres a universidade”
Para isso, não basta a defesa abstrata da “universidade para todos”, sem reivindicações concretas. Assim, tomamos em nossas mãos a bandeira da democratização do acesso, da defesa de uma expansão de vagas com qualidade e denunciado a demagogia do governo com o justo anseio pelo acesso a educação superior. Defendemos a expansão de vagas presenciais com contratações e aumento de verbas em oposição a UNIVESP.
As matérias reacionárias da Folha de São Paulo, Estadão e SBT ao dizer “ao se colocarem contra a UNIVESP não querem que os pobres tenham acesso à educação” colocam a população contra a greve estudantil. E sem o apoio da população, os ataques passarão e a repressão só aumentará.
Sabemos que o destino dessa greve não se resolve em Marília, por isso nos dirigimos a quem pode cumprir um importante papel para o futuro desta mobilização. Mas sabemos que as principais implicações desta luta não recaem sobre os estudantes da USP, mas sim sobre os trabalhadores da USP. Nesta greve se colocou um projeto político presidencial, Serra quer mostrar aos empresários e banqueiros como lida com os trabalhadores frente à crise: sem concessões significativas, com polícia e outras formas de repressão.
Se a greve de trabalhadores sai derrotada, este projeto e a direita se fortalecerão. Por isso é fundamental partir da defesa do SINTUSP para derrotar a polícia, a reitora e o governo. Os estudantes da USP têm que se organizar para fazer atos, unidade por unidade, para expulsar a polícia de cada faculdade/instituto
O DCE da USP que tem sido o principal impulsionador do Encontro Nacional de Estudantes deve usar sua influência sobre os demais DCE’s e CA’s do país para cerca essa greve de solidariedade com atos de apoio e se possível paralisações.
Por fim, não custa ressaltar o quanto ficamos felizes em saber da greve estudantil na USP. Juntos contra o sucateamento da educação, por liberdades democráticas e de organização política e sindical, por uma universidade a serviço da maioria da população pobre e trabalhadora.
FORA PM!
FORA SUELY VILELA!
POR ELEIÇÕES DIRETAS E DEMOCRÁTICAS PRÁ REITOR EM TODAS AS UNIVERSIDADES!
POR EXPANSÃO DE VAGAS REAIS COM QUALIDADE NA UNIVERSIDADE! ABAIXO A UNIVESP! PELO FIM DO VESTIBULAR!
Comando de Greve/Ocupação Estudantil da UNESP-Marília
Desde a madrugada de hoje, 01 de junho, nós, trabalhadores da USP, estamos sofrendo mais um ato de repressão inadmissível. A universidade amanheceu completamente sitiada pela polícia. Em cada unidade da universidade há pelo menos uma viatura, e em frente ao prédio da reitoria há uma concentração de dezenas de policiais. Os policiais estão com uma atitude provocativa frente aos trabalhadores, arrancando as faixas dos grevistas, buscando abertamente causar incidentes. Isso se dá justamente após a reitoria, apoiada pelo governo do estado, ter suspendido as negociações com os trabalhadores de maneira completamente arbitrária.
Nós, trabalhadores da USP estamos em greve desde o dia 5 de maio por aumento de salário, em defesa de 5 mil trabalhadores que tem seus postos de trabalho ameaçados, pelas demandas do hospital universitário, e outras pautas específicas, e pela reintegração de Claudionor Brandão, diretor do SINTUSP demitido. A demissão de Claudionor Brandão é produto da perseguição política aos trabalhadores e ao sindicato, protagonizada pela reitoria e pelo governo Serra. Trata-se de uma política marcada pela prática anti-sindical e anti-democrática que abre um gravíssimo precedente para todos os trabalhadores brasileiros. Não podemos permitir que os trabalhadores da USP e sua legítima mobilização em defesa da democracia na universidade sofram esta coerção policial.
Chamamos todos os meios de comunicação, ativistas dos direitos humanos, sindicatos, organizações políticas, estudantes e integrantes dos movimentos sociais a se unirem a nós e impedirem esta ofensiva, que é parte da escandalosa criminalização dos movimentos sociais, prática que tem se generalizado pelo país. Chamamos todos a enviarem moções de repudio para a reitoria da USP, exigindo a retirada imediata dos efetivos policiais, e a se concentrarem na frente da reitoria, e cercar de solidariedade os trabalhadores da USP em greve há 27 dias.
Claudionor Brandão Comando de Greve da USP Portal G1 já publicou algumas informações:http://g1.globo. |